Erros que destroem a comunicação da sua igreja

Quando começamos a trabalhar com comunicação na igreja, é muito fácil querermos fazer e usar de tudo.

Com a expansão das tecnologias de comunicação que possibilita qualquer pessoa a criar e publicar conteúdos, é muito comum vermos pastores escolhendo voluntários para a equipe de comunicação apenas por saber manusear as redes sociais. 

Porém, isso pode causar consequências mais tarde que podem custar muito para a imagem da igreja. Porque muitos nesse processo, pela simples afobação do fazer, acabam juntando todas as técnicas num só lugar. 

Muitas igrejas, principalmente as menores, se esforçam bastante para fazer a comunicação na igreja funcionar,  Acontece que muitos desses esforços não são totalmente eficazes.

A equipe de comunicação precisa estar atenta aos conteúdos que serão produzidos, pois são responsáveis pela imagem da instituição. Sua função é preservar a reputação da igreja e a de seus membros.

Então, como saber a melhor maneira de fazer uma comunicação eficaz na igreja?

Nenhuma igreja está imune ao erro. Contar com uma boa comunicação interna na igreja é fundamental, embora não seja uma tarefa fácil.

Por isso, é muito importante que a equipe de comunicação tenha em mente que esse trabalho não se resume em apenas ser geradores de conteúdos para a igreja, e sim em criar um lugar de relacionamento com o público.

É necessário que a equipe saiba comunicar o que a igreja acredita, vive e ensina.

Separamos alguns dos erros mais comuns que podem destruir a comunicação na igreja para te ajudar a não cometê-los.

Não ter uma estratégia

Este é o erro mais comum e fácil de se perceber no ambiente interno da congregação. Muitas igrejas não compreendem muito bem o que é traçar estratégias para a comunicação e acabam não pesquisando, não monitorando seus públicos, não traçando um planejamento.

Dessa forma, suas ações de comunicação se tornam inúteis, caem no vazio ou atingem públicos completamente diferentes do pretendido. 

Além de desperdiçar tempo, ideias e recursos, a igreja acaba não sabendo escolher quais mensagens serão comunicadas, de forma objetiva, direta e clara.

Não saber a importância da comunicação na igreja

Infelizmente há ainda muitos líderes que não veem a necessidade de investir em um ministério de comunicação. Por haver falta de entendimento pela área, muitos são levados pela ideia de que basta que as pessoas entendam um pouco sobre redes sociais e o problema está resolvido.

Não ter ideia do que a comunicação pode proporcionar para a imagem da instituição, afeta a missão de evangelização da igreja.

Não ter uma comunicação clara no púlpito

Muitos pastores, apesar de passar por seminários e receberem treinamento avançado, não sabem se comunicar. Não conseguem se conectar com seu público.

Quando a comunicação não acontece com clareza começando pelo púlpito da igreja, a congregação não consegue experimentar o crescimento e a unidade à medida que se aproximam de Cristo, assim também como não conseguem se aprofundar nos relacionamentos uns com os outros.

Não ter uma única pessoa para ser líder da comunicação

Quando a igreja não tem um único líder para gerenciar a comunicação, todo e qualquer projeto tende a se tornar um caos. O que ocorre, é que todos esforços se tornarão desorganizados e sem coerência. 

Além de que, sem ter um líder para essa área, há dificuldade em ter um ponto de contato único com a equipe pastoral e ministerial, falta de planejamento das ações de comunicação e alguém que possa cuidar, captar e discipular voluntários.

Utilizar várias contas de mídias sociais

Há igrejas que usam várias contas para os diferentes ministérios existentes na instituição.

Mesmo que por um lado seja bom valorizar cada ministério da igreja, precisamos ser criteriosos e avaliar se realmente cada um desses ministérios precisa e tem conteúdos para ter um site ou redes sociais separados do oficial da igreja.

Em muitos casos, a comunicação fica descentralizada, pois quando se tem várias redes para atualizar, o trabalho acaba ficando sem qualidade e organização, sem falar que não adianta a igreja ter várias contas e não ter tempo para gerenciá-las ou estar no lugar onde seu público não está.

Menos é mais!

Sua igreja já enfrentou esses problemas? Qual foi a solução que encontrou? Quais foram os aprendizados que obtiveram? Conta aqui pra gente!

Hilda Ribeiro
Hilda Ribeiro
Artigos: 143

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